A TAP vai colocar este ano 690 mil lugares nos seus entre Portugal e o Nordeste, mais 123 mil assentos em comparação com o ano passado. Foi o que anunciou durante uma apresentação na BNTM, em Salvador, o diretor da companhia Luiz Mor. Serão 190 mil para Salvador, 188 mil na rota de Recife; 187 mil na linha de Fortaleza e 126 mil na rota de Natal. A linha de Recife é a que teve o maior aumento do número de lugares em comparação com 2007, seguida de Fortaleza, Natal e Salvador.
Segundo Mor, o mercado português nos vôos da TAP para o nordeste cresceu 0,9% em 2007. “Tem muita coisa boa vindo por aí”, disse. Além do Brasil, os outros mercados com mais peso na operação da TAP são os da Itália, Alemanha e Escandinávia e Espanha.
Victoria no Brasil
A meta da TAP para este ano é atingir no Brasil os 200 mil membros do programa de fidelização Victoria, o dobro do número de clientes atuais. A estratégia da companhia é que o Victoria no Brasil seja cada vez mais um “programa brasileiro”, disse Luiz Mór, destacando o conjunto de parceiros com que já conta neste mercado, entre o HSBC e Mastercard, com os quais criou o Cartão de Crédito Victoria HSBC Mastercard Gold. Outros parceiros são o Unicard Unibanco, o programa SuperBonus do Santander, o programa de fidelidade dos cartões Safra, as rent-a-car Sixt e Avis e as redes hoteleiras Pestana e Caesar
Amazônia nos planos da TAP
Embora o desafio da empresa hoje seja Belo Horizonte, para onde iniciou vôos diretos de Lisboa em Fevereiro, a TAP não descarta num futuro breve inaugurar linhas para outros destinos, principalmente para a Amazônia, um “destino inevitável” para a companhia, segundo o Luiz Mor. Ele enfatizou que a abertura de rotas obedece a um conjunto de parâmetros, porque “um avião é um investimento de cem milhões de dólares que tem que se rentabilizar”. Citou como exemplo que Belém, que já em anos anteriores foi apontada como uma capital que estaria na lista de destinos brasileiros prováveis para a TAP, carece de conexões, que reforcem a capacidade de geração de tráfego do mercado local. “O projeto é não ficar preso só num estado” para gerar tráfego para a rota”, explicou
Fonte: Turinews
